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quinta-feira, 13 de março de 2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Não Há Lugar Melhor Para Estar # There Is No Better Place To Be


Não somos chamados a estarmos seguros, é-nos simplesmente prometido que quando estamos em perigo, Deus está ali connosco. E não há lugar melhor para estar do que em Suas mãos. ~ Katie J. Davis, Coração Sem Limites: Uma História de Amor Incondicional

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We are not called to be safe, we are simply promised that when we are in danger, God is right there with us. And there is no better place to be than in His hands. ~ Katie J. Davis, Kisses from Katie: A Story of Relentless Love and Redemption

sábado, 30 de novembro de 2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Deus Lembrou-me # God Reminded Me


Deus lembrou-me o quão bonitos todos somos para Ele, afinal, fomos criados à Sua própria imagem, e Ele olha para mim, para ti, em todo o nosso suor e sujidade e sofrimento, e diz: "Eu escolho-te. Tu és lindo." ~ Katie J. Davis, Coração Sem Limites: Uma História de Amor Incondicional

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God reminded me how beautiful we all are to Him, after all, we were created in His own image, and He looks at me, at you, in all our sweat and dirt and brokenness, and says, "I choose you. You are beautiful." ~ Katie J. Davis, Kisses from Katie: A Story of Relentless Love and Redemption

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Coração Sem Limites # Kisses From Katie – Katie Davis

O que levou uma jovem americana de 18 anos a desapontar os pais, afastar-se do irmão, desistir da universidade, perder a maior parte dos amigos e terminar a relação com o amor da sua vida? Tudo para se mudar para um país africano. Para Katie, a resposta foi simples: O desejo profundo de ajudar o próximo e contribuir para um mundo melhor.

“As pessoas que querem efectivamente fazer a diferença neste mundo regra geral conseguem-no, de uma maneira ou de outra. E reparei numa coisa a respeito daqueles que fazem a diferença neste mundo: têm a inabalável convicção de que as pessoas são o que mais importa, de que toda a vida, sem excepção, importa. Um sorriso entusiasma-os. Estão dispostos a alimentar o estômago, educar uma mente, tratar uma ferida. Não estão determinados a revolucionar o mundo inteiro de uma assentada; contentam-se com pequenas mudanças. Com o tempo, no entanto, as pequenas mudanças vão-se acumulando. Por vezes, até transformam cidades e nações e, sim, o mundo.”

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What led a young american lady 18 years old to disappoint her parents, leave her brother, give up university, loose most of her friends and end the relationship with the love of her life? Everything to move to an african country. For Katie, the answer was simple: The deep desire to help others and contribute to a better world.

“People who really want to make a difference in the world usually do it, in one way or another. And I’ve noticed something about people who make a difference in the world: They hold the unshakable conviction that individuals are extremely important, that every life matters. They get excited over one smile. They are willing to feed one stomach, educate one mind, and treat one wound. They aren’t determined to revolutionize the world all at once; they’re satisfied with small changes. Over time, though, the small changes add up. Sometimes they even transform cities and nations, and yes, the world.”

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Como a Ignorância Nos Pode Salvar # How Ignorance Can Save Us


No livro Milagre nos Andes, encontramos um relato emocionante de como sobreviveram alguns dos jovens que estavam no fatídico voo que cruzava a Cordilheira dos Andes em 1972, e que caiu matando a maioria dos passageiros. Depois de muito sofrimento físico e emocional, apenas 16 dos 45 ocupantes se salvaram. Nando Parrado era um deles, e conta a seguir como a “ignorância” o salvou.

“Sabíamos que fendas profundas escondiam-se sob a fina camada de neve congelada, e que pedras do tamanho de aparelhos de televisão caíam rolando dos afloramentos despedaçados no alto da montanha. Mas não tínhamos a menor noção das técnicas e estratégias do alpinismo, e o que não sabíamos já bastava para nos matar.
Não sabíamos, por exemplo, que o altímetro do Fairchild estava errado; o local da queda não estava a 2 mil metros de altitude e sim aproximadamente 3.500 metros. Também não sabíamos que a montanha que estávamos prestes a enfrentar era uma das mais altas dos Andes, chegando a cerca de 5 mil metros de altitude, com encostas tão íngremes e árduas que seriam um desafio mesmo para uma equipa de montanhistas experientes. Na verdade, alpinistas experientes não chegariam nem perto daquela montanha sem um arsenal de equipamentos especializados, incluindo pitões de aço, parafusos, cordas de segurança e outros instrumentos indispensáveis, feitos para ancorá-los com segurança nas encostas. Eles carregariam picaretas, tendas impermeáveis e botas térmicas adaptadas com crampons, pontas de metal que fornecem a tracção necessária nas inclinações mais íngremes e incrustadas do gelo. Estariam também na sua melhor condição física, é claro, e escalariam na hora em que escolhessem, elaborando cuidadosamente a rota mais segura até o topo. Nós os três estávamos a escalar com roupas comuns, a transportar apenas as ferramentas toscas que pudemos inventar com os materiais resgatados do avião. O nosso corpo já estava devastado por meses de cansaço, fome e exposição ao frio, e a nossa vida até então não nos preparara nem um pouco para esta tarefa. O Uruguai é um país quente e de baixa altitude. Nenhum de nós havia visto uma montanha de verdade. Antes da queda, Roberto e Tintin nem nunca tinham visto antes neve. Se soubéssemos alguma coisa de alpinismo, teríamos percebido que estávamos perdidos. Por sorte, não sabíamos nada, e a ignorância nos deu a nossa única oportunidade.”

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In the book Miracle in the Andes, we find a gripping account of how some young people who were on the fateful flight that crossed the Andes in 1972 crashed killing most of the passengers survived. After a lot of physical and emotional suffering, only 16 of the 45 occupants were saved. Nando Parrado was one of them, and he recalls how "ignorance" saved him.

“We knew that deep crevices hid under the thin layer of frozen snow, and rocks the size of television sets fell rolling off shattered outcrops on the mountain. But we had no idea of ​​the techniques and strategies of mountaineering, and what we did not know was enough to kill us.
We did not know, for example, that the Fairchild’s altimeter was wrong; the crash site was not at the altitude of 2000 meters but approximately 3.500 meters. Nor did we know that the mountain we were about to face was one of the highest in the Andes, reaching the altitude of about 5000 meters, with slopes so steep and arduous that they would be a challenge even for a team of experienced mountaineers. In fact, experienced alpinists would not come anywhere near that mountain without an arsenal of specialized equipment, including steel studs, screws, safety ropes and other essential tools, made to anchor them safely on the slopes. They would carry picks, tarpaulins and adapted thermal boots with crampons, metal spikes that provide the required traction on steep slopes and encrusted ice. They would also be in their best physical condition, of course, and they would climb at the time they carefully chose designing the safest route to the top. The three of us were climbing in ordinary clothes, carrying only the rough tools that we invented with the materials recovered from the plane. Our body was already ravaged by months of exhaustion, starvation and exposure to cold, and our life until then never had prepared us even a little for this task. Uruguay is a hot country and it has a low altitude. None of us had seen truly a mountain. Before the crash, Roberto and Tintin had never even seen snow. If we knew anything about climbing, we would have realized that we were lost. Luckily, we knew nothing, and ignorance gave us our only chance.”

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Encontros Marcados # Scheduled Dates

Também já senti o mesmo...
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I have also felt the same...


Ultimamente, tenho sentido que a idade está finalmente a chegar. Não estou a entrar na velhice, estou a chegar ao cruzamento. Ainda o vigor da juventude, mas já a ponderação da maturidade. Um qualquer ponto de equilíbrio instável que permite ver a vida através de duas ópticas. Um copo a metade, tão de cheio como de vazio. Um momento raro, que não acontecera antes nunca e se perderá em breve para sempre. Sou o mais perto de completo que está permitido ao ser que existe. - Gonçalo Cadilhe

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Lately, I have felt that age is finally arriving. I’m not entering old age, I am reaching the crossing. Yet the vigor of youth, but now the wariness of maturity. On a point of unstable equilibrium that allows us to see life through two approaches. Half a cup, so full of as empty. A rare moment, which had not happened before and will never and be lost soon forever. I'm closer to complete than what it’s allowed to a being that exists. - Gonçalo Cadilhe